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Page history last edited by Gi 2 years, 4 months ago

   

 

 

 

 

BEM VINDOS AO MEU WORKS

CLAUDIA COSTA

 

 

 

Comments (9)

Gi said

at 12:16 am on Apr 19, 2009


Olá Claudia... Apesar de teres tido uma experiência com a área, um pouco “traumática”, procuraste articular suas opiniões, comentários e problematizações apresentando uma descrição clara do processo educativo que vivenciaste demonstrando uma reflexão ampla, articulada e enriquecida. Porém ficam as perguntas: A tua escola está contextualizando as orientações curriculares, a fim de que se promovam aos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, as condições necessárias para uma educação de qualidade? O seu município está promovendo discussões e qualificações, a fim de que se superem tantas outras dificuldades que ainda persistem? E a família, está envolvida neste processo? É preciso que a escola, a família e todos os envolvidos se contaminem pelos mesmos ideais, pois se houver participação, haverá também uma tomada de consciência, fazendo com que participem e exerçam seu papel. Sabe-se que a educação é o alicerce para o desenvolvimento de qualquer cidadão, e que incluir um aluno com necessidades educacionais especiais e garantir a possibilidade de seu crescimento, só será possível quando tivermos professores e comunidade envolvidos e realmente comprometidos com a educação. Deixar o aluno em sala regular e não atender o que realmente ele necessita, não é inclusão. A caminhada é longa, mas é preciso lutar para que se garantam a todos as mesmas oportunidades para estudar, para trabalhar, para ter lazer e praticar esportes enfim, para ter acesso a todos os bens produzidos socialmente.

Gi said

at 12:16 am on Apr 19, 2009

Para isso, é necessário que haja por parte da escola, preparação para a Inclusão, ou seja, a flexibilização do currículo por intermédio das adaptações e novas práticas, para que através das aprendizagens, o indivíduo alcance um real desenvolvimento integral. Segundo Hilde Cristina:
"A escola deve ser vista como um lugar em contínua transformação, onde o professor precisa aprender a trabalhar com a singularidade e a diversidade."
"A educação especial é parte integrante da educação regular, por isso os alunos necessitam sentir na escola, a ressonância de alguém que as compreenda e as permita expressar."
Fico aguardando nesta segunda parte do Dossiê tuas reflexões acerca das Políticas de Inclusão Escolar, resgatando dados sobre os processos inclusivos na realidade da rede de ensino em que atuas,possibilitando que se aproprie ainda mais dos conhecimentos necessários para uma maior fundamentação da sua prática e superação dos problemas identificados. Qualquer dúvida entre em contato. Abraços, Gi

Gi said

at 1:24 pm on Apr 20, 2009

Olá Claudia... Fico feliz pela tua escola já estar envolvida neste processo ousado, que é o de incluir de forma efetiva, alunos portadores de necessidades especiais. Sabemos que para atender ao chamado da educação inclusiva, é necessário que o poder público, escola e a família repensem o real sentido da palavra INCLUSÃO. É necessário que a legislação que envolve a educação inclusiva seja mais bem estudada, planejada e estruturada para que se faça uma reflexão mais crítica sobre o que é a inclusão e os aspectos que devem ser contemplados para promovê-la. De modo que a todos que necessitem do apoio desta, tenham acesso. Promovendo-se assim, uma vida com qualidade e cidadania.
A entrada de alunos com necessidades educativas especiais nas salas de aula do ensino comum demanda uma série de mudanças na escola, como a flexibilização do currículo por intermédio das adaptações e novas práticas que sejam facilitadores da aprendizagem, a revisão de posturas e conceitos. Além disso, faz-se necessário a previsão do atendimento educacional especializado, a fim de atender às necessidades educativas especiais dos alunos, organizados institucionalmente para apoiar, complementar e suplementar os serviços educacionais comuns. Também envolvem a construção de um espaço onde todos os professores envolvidos com o aluno troquem experiências, dúvidas, conquistas, aprendizagens, onde objetivo é apoiar também o trabalho desenvolvido pelos professores nas salas de aula.

Gi said

at 1:24 pm on Apr 20, 2009

No entanto o que vemos ainda são escolas que continuam, na sua grande generalidade, sem recursos materiais e humanos para poderem implementar a inclusão, tal como é defendida! A inclusão implica uma transformação no modo de se conceber a educação como um todo, a fim de que as escolas possam receber todos os alunos, quaisquer que sejam suas especificidades.
Os docentes continuam a fazer "milagres" com os poucos ou inexistentes recursos à sua disponibilidade! Boa vontade não é suficiente para ultrapassar todos estes constrangimentos!
O sistema educacional brasileiro celebra uma educação para todos. A palavra de ordem é que a escola acolha todas as crianças, independentemente de suas diferenças. A inclusão passa ser a palavra-chave para alcançar a verdadeira democracia.
Como diz Mantoan (1997): “O princípio democrático de “educação para todos” só se evidencia nos sistemas educacionais em todos os alunos e não apenas um deles” (p.120)




Gi said

at 3:19 pm on May 15, 2009


Olá Claudia… Teu relato referente à PARTE A da unidade 3, apesar de bem elaborado, atende em partes ao que foi solicitado, já que não colocas quantos alunos de cada modalidade da educação básica são atendidos neste serviço em seu município (creches, pré-escolas, ensino fundamental). Abordando de forma mais ampla seu funcionamento. Desta forma, em virtude de termos um tempo demasiadamente curto, solicito que complemente o mapeamento destes atendimentos dentro da TUA escola (em todas as etapas), até o dia 22/05.
Exemplo:
Pré-escola:
Atende 5 cças:
* 2 recebem atendimento de fono,
* 1 de psicopedagoga
* 1 de psicóloga
* 1 de psiquiatra

Primeiro Ano:
Atende 3 alunos:
* 2 recebem atendimento de psicólogo
* 1 de pedagoga

É sabido que algumas alunas já trouxeram informações nessa direção na unidade anterior, porém mais relacionados à sua classe. Agora pedimos que se amplie para toda escola.
Solicito também que não retire as informações citadas anteriormente, já que são dados importantes e que revelam a realidade em que atuas.
Sobre o ESTUDO DE CASO, teus registros estão bem detalhados, evidenciando clareza na exposição de idéias, demonstrando o teu envolvimento com a temática abordada na interdisciplina. Conseguiste traçar um perfil do aluno escolhido para ser teu sujeito neste estudo de caso, atingindo assim, o objetivo proposto nesta unidade. Continues assim, investindo na construção deste dossiê, pois acredito que a diversidade de informações aqui relatadas, contribuirá para as próximas reflexões, a serem elaboradas nas unidades seguintes. Qualquer dúvida entre em contato. Abs, Gi

Gi said

at 2:07 pm on May 20, 2009

Olá Claudia...Tuas complementações a cerca da PARTE A, contemplam os objetivos propostos para esta unidade. Abs,Gi

Gi said

at 11:13 am on Jun 17, 2009

Olá Claudia... Teus relatos estão bem escritos, apresentando dados significativos sobre as relações em sala de aula do aluno em questão, bem como da sua história de vida. São dados realmente importantes e atendem as propostas de nossa interdisciplina. Parabéns, pelo teu envolvimento e seriedade com a temática em estudo. Qualquer dúvida, entre em contato. Abs,Gi

Gi said

at 2:22 pm on Jul 6, 2009

Claudinha... Para a construção de uma educação inclusiva, tal como é defendida, é necessário uma ação fundamentada pelo princípio da não segregação, ou seja, a inclusão de todos, quaisquer que sejam suas limitações e possibilidades individuais e sociais. Que não exclua educando algum, principalmente os portadores de deficiência. O sentido especial da educação consiste no amor e no respeito ao outro, na busca para melhor favorecer o crescimento e desenvolvimento do outro. Teus relatos contemplam os objetivos desta unidade! Abs,Gi
“Atualmente, o pensamento educacional tem apontado para a direção da elaboração de um currículo especial para cada escola, no sentido de que cada uma configura uma realidade específica, determinada pela combinação dos fatores internos e externos que atuam na sua organização e funcionamento. Tal currículo deve ser especial, no sentido de que deve ser elaborado para atender às necessidades únicas de cada escola do sistema de ensino, em função das reais necessidades de seus alunos, e não para atender categorias ou tipos idealizados dos alunos. À medida que essa idéia for, sendo concretizada, é possível que as diferenças entre educação comum e educação especial irão também diminuindo. Em nessa tendência, poder-se-á chegar ao ponto em que o que há de especial na educação especial e, conseqüentemente, no currículo especial se converta em um dos elementos de uma ação sócio-educacional global, que assegure na medida necessária, interesse por cada membro da comunidade, seja qual for sua condição e o tipo de auxílio que necessite (Gentili 2001: 43)”.
Fico aguardando teus relatos referentes à Unidade 7, certo? Abs,Gi

Gi said

at 10:58 am on Jul 7, 2009

Claudinha... Teus relatos contemplam os objetivos propostos neste eixo!
Para refletir:
“Certamente, um professor que engendra e participa da caminhada do saber "com"seus alunos consegue entender melhor as dificuldades e as possibilidades de cada um e provocar a construção do conhecimento com maior adequação (MANTOAN, 2003, p. 77).”

Um abraço, bom final de semestre e até o próximo! Gi

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